BTCast Vida Nova 003 – Autoridade Bíblica Pós-Reforma | Jonathan Silveira

Gravamos recentemente mais um programa com Bibo, do site de podcasts BiboTalk, para falar sobre uma das obras recém-publicadas por Edições Vida Nova: Autoridade Bíblica Pós-Reforma, de Kevin Vanhoozer. A Reforma Protestante teria ocasionado uma anarquia interpretativa? Teria sido ela a responsável pelo secularismo, pelo ceticismo e pelo cisma? Pensando nessas questões, mostramos como Vanhoozer responde as objeções dos críticos, fornecendo uma defesa robusta e primorosa do cristianismo protestante. Confira!

Jonathan Silveira é graduado em Direito pela Universidade São Francisco e mestre em Teologia pelo programa Master of Divinity da Escola de Pastores da Primeira Igreja Batista de Atibaia. É membro na Igreja Batista da Palavra, em São Paulo, trabalha na área de produção editorial e marketing em Edições Vida Nova e é fundador e editor do site Tuporém.
Nos últimos anos, estudiosos conceituados têm defendido a tese de que a Reforma protestante impôs uma anarquia interpretativa à igreja. Será que chegamos ao momento de considerar a Reforma um experimento de 500 anos que não deu certo?

Kevin Vanhoozer, teólogo evangélico conservador de renome internacional, não pensa dessa forma. Embora reconheça a legitimidade das críticas recentes, o autor argumenta que resgatar os princípios cardeais da Reforma é o meio para responder aos críticos da interpretação bíblica protestante. Vanhoozer explora de que maneira uma reapropriação adequada dos cinco solas — sola gratia (somente a graça), sola fide (somente a fé), sola Scriptura (somente as Escrituras), solus Christus (somente Cristo) e soli Deo gloria (somente para a glória de Deus) — fornece os instrumentos que conferem os contornos da interpretação bíblica e estabelecem a autoridade interpretativa. Ele apresenta uma avaliação positiva da Reforma, mostrando que o resgate do “cristianismo protestante puro e simples” tem o potencial de reformar a fé e a prática cristãs contemporâneas.

Publicado por Vida Nova.
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